Implantologia

Implantes dentários na Quinta do Conde e no Montijo.

O que é a implantologia?

A implantologia é a área da medicina dentária que se dedica à reabilitação oral por intermédio do uso de implantes dentários.

Vantagens

  • Melhoria na força e no conforto da mastigação, tornando a mesma mais eficiente;
  • Durabilidade já que os implantes podem durar entre 10 a 30 anos
  • Solução eficaz e duradoura;
  • Melhoria considerável ao nível da estética;
  • Preservação dos dentes adjacentes;
  • Os implantes, por serem dentes artificiais, não são suscetíveis às cáries;
  • Conforto garantido, já que os implantes transmitem uma sensação de dente natural;
  • Manutenção saudável do osso maxilar
  • Maior eficiência geral da boca;
  • Melhora a autoestima.

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Implantologia

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Perguntas Frequentes

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São “raízes artificiais” que substituem os dentes ausentes ou perdidos e que têm como objectivo suportar uma coroa e/ou prótese.

Uma vez colocados em contacto com o osso, os implantes estabelecem uma união biológica, perfeitamente saudável e estável, com o mesmo.

Os implantes são uma alternativa de tratamento para substituir dentes perdidos. Por norma, são a opção terapêutica que permite uma reabilitação oral que mais se aproxima com a dentição natural em termos fisiológicos e de conforto. As outras opções existentes são as próteses removíveis e as próteses fixas.

Da mesma forma que quando falta um dente existem outras alternativas, atrás referenciadas. Cada qual tem as suas indicações, contraindicações, vantagens e desvantagens

Deverá informar-se junto da nossa equipa, que está perfeitamente habilitada para lhe realizar um diagnóstico e explicar-lhe as alternativas de tratamento que melhor se adequam ao seu caso clínico

Na maioria das situações os procedimentos cirúrgicos associados ao tratamento com implantes não implicam qualquer tipo de incómodo e/ou dor e apenas requerem uma anestesia local

Em termos gerais, inclui quatro fases:

a) A fase de planificação poderá ser mais ou menos complexa dependendo da sua situação inicial. No entanto, e em termos gerais implica o estudo do seu caso (exame clínico e radiográfico), bem como a realização de outros tratamentos dentários para conseguir atingir uma boa saúde oral prévia ao tratamento com implantes.

b) A fase cirúrgica implica a realização de uma cirurgia com vista à colocação do implante (raiz artificial) em contacto direto com o osso. Dependendo do caso clínico, poderão ser necessárias outras cirurgias. Estas situações clínicas são específicas dos casos onde existe uma limitação em termos de quantidade de osso o que obriga a procedimentos cirúrgicos prévios para obtê-lo. 

c) A fase restauradora pode ser realizada no mesmo dia da cirurgia ou até 6 meses após a mesma, dependendo do caso clínico. Consiste num conjunto de procedimentos necessários à confecção da prótese a colocar sobre os implantes. Este conjunto de procedimentos pode implicar várias consultas, tentando conseguir alcançar uma função e estética adequadas a cada caso clínico.

d) A fase de manutenção não se pense que uma vez terminada a fase restauradora o tratamento está terminado. Na verdade, é a partir daqui e dos cuidados de higiene oral realizados pelo paciente e pelo médico dentista que vai depender a duração e qualidade do tratamento realizado.

Existem vários estudos a longo prazo que comprovam a eficácia do tratamento com implantes, na ordem dos 90% a 98%, em pacientes com boa saúde oral e sistémica.

Naturalmente, esta eficácia depende de vários fatores, tais como as características anatómicas e fisiológicas dos pacientes, os seus hábitos de higiene oral, hábitos tabágicos, entre outros.

Deverá informar-se junto do seu médico dentista sobre as possibilidades de êxito que pode esperar no seu caso clínico.

No caso de perder um implante pode sempre colocar outro sem que isso implique um risco acrescido de futuro fracasso. 

Os implantes podem perder-se por múltiplas razões normalmente associadas a diferentes fases do processo, nomeadamente:

Falha na osteointegração (união osso-implante), o que pode ocorrer por várias razões como infecções, deficiente vascularização, alteração da cicatrização (frequente nos fumadores) e as sobrecargas oclusais da prótese colocada sobre os implantes. 

Desajustes ou fracturas das próteses, ou dos elementos que unem os implantes às próteses, bem como por infecções. Esta última causa resulta não do processo cirúrgico em si da colocação do implante, mas da falta de higiene oral e portanto da falta de tratamento de manutenção.

O tabaco é um factor de risco real para o fracasso?

O tabaco diminui a vascularização do osso e da gengiva, atrasa o processo de cicatrização aumentando o risco de infecções. Está claramente provado na literatura científica que os implantes em pacientes que fumam apresentam uma maior taxa de insucesso

Durante o ato cirúrgico são as mesmas de qualquer tratamento de cirurgia oral. 

Todas estas complicações tais como lesões de estruturas sensitivas (nervos), ou dos dentes vizinhos são pouco frequentes e facilmente evitáveis quando se procede a um estudo completo do seu caso clínico mediante a utilização de meios auxiliares de diagnóstico como são as radiografias e a tomografia computorizada.

Em termos funcionais os implantes comportam-se como dentes naturais, ou seja, as pessoas que os têm não os sentem como um corpo estranho. 

Existem no entanto, casos específicos que dependendo do tipo de prótese que se coloque (próteses removíveis sobre implantes – sobredentaduras) os pacientes sentem um certo grau de movimento da mesma o que é perfeitamente natural. 

No entanto, esse movimento é sempre inferior ao de uma prótese removível convencional. Em termos de ritmo de vida poderá fazer o que sempre fez mas com mais qualidade na medida em que em termos de mastigação e estética estará melhor. 

Deverá, no entanto, ter em atenção que a duração a longo prazo destes tratamentos depende dos níveis de higiene oral e dos hábitos tabágicos.

Os tratamentos com implantes não são eternos, tal como não é qualquer outro tratamento reabilitador em Medicina Dentária.

No entanto, e com os mais recentes avanços tecnológicos poderá esperar uma durabilidade dos implantes sempre superior a 15 anos. No caso das próteses que se apoiam nos implantes pode esperar  um tempo mínimo de 10 anos.

De salientar que sempre que exista alguma patologia infecciosa ou problema mecânico no conjunto implante-prótese este período de duração estimado diminui drasticamente. Todavia, estes problemas ocorrem quase exclusivamente em casos de uma má manutenção deste tipo de tratamentos.

É conveniente efetuar consultas de controlo com um intervalo máximo de 6 meses.

Por norma, tal não acontece. Embora seja possível fazê-lo tem a desvantagem de que está a colocar uma prótese que poderá ficar desadaptada da gengiva que rodeia os implantes após a cicatrização que normalmente ocorre.

Os últimos avanços na tecnologia e investigação clínica permitem com muita fiabilidade a colocação de uma prótese fixa provisória no mesmo momento em que são colocados os implantes. A grande vantagem é o conforto que trará ao paciente enquanto aguarda pelo período de integração do implante no osso (osteointegração) que ronda em média 8-12 semanas. Aliás, esta prótese é em quase tudo idêntica à definitiva, excepto no material em que é confeccionada.

Após este período substitui-se esta prótese por uma definitiva, mais adaptada à sua gengiva remodelada após a cirurgia, e confeccionada num material mais resistente (metal-cerâmico ou metal-acrílico) e duradouro.

O tratamento com implantes pode ser realizado em pacientes diabéticos desde que controlados do ponto de vista metabólico.

Em mulheres com osteoporose o tratamento também pode ser realizado podendo, no entanto, ser alvo de uma planificação específica. 

No caso de estar a tomar algum medicamento que interfira com os níveis de coagulação e de agregação plaquetária deverá informar o seu médico dentista, já que poderá haver a necessidade de proceder à alteração da medicação antes da colocação dos implantes.

No caso de terem sido colocados implantes dentários não fique preocupado ao passar nos detectores de metais porque eles não os detectam.

Não é um tratamento doloroso e uma vez colocados os implantes não são amovíveis.

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